Ambientes críticos: como identificar e planejar sua operação de segurança

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Ambientes críticos exigem preparo e alto nível de cuidado com os detalhes. Confira nesta primeira parte como identificá-los!

 

Como identificar ambientes críticos e planejar a segurança

 

Cada plano de segurança deve levar em conta as características e riscos do local onde a operação irá acontecer. Assim, quanto maior a criticidade, mais detalhado deve ser o planejamento. Mas o que classifica um ambiente como crítico? Os motivos são diversos, variando de acordo com o tipo de risco encontrado.

De modo geral, dois grandes grupos devem ser apurados para considerar ou não um ambiente crítico: riscos situacionais e riscos funcionais. A partir do levantamento desses dados, a quantidade e o tipo de risco encontrado vão direcionar a equipe de segurança na classificação ou não de ambientes críticos. Confira nessa primeira parte alguns dos pontos a levar em conta e acompanhe o blog para ler a continuação!

 

Riscos situacionais

 

Neste grupo, devem ser considerados os riscos específicos de cada situação. Quanto maior a quantidade ou a ocorrência desses riscos, maior a criticidade do lugar.

Aqui devem ser pontuados:

 

  • Riscos do local: são riscos relacionados ao local onde a empresa está, como estar em um bairro afastado ou perigoso, não utilizar cercas de segurança ou ter pontos desprotegidos para entrada e saída.  
  • Atratividade do material ou produto armazenado: grandes armazéns com matéria-prima, como produtos químicos e cabos de cobre, produtos de alto valor agregado, como celulares e computadores, ou mesmo dinheiro vivo, como caixas eletrônicos e postos de gasolina, aumentam os riscos de invasão e furto e por isso exigem atenção.
  • Brechas nos processos: processos pouco organizados, onde existe espaço para desvio de materiais (como operações logísticas delicadas, mal planejadas ou muito chamativas) podem aumentar o risco de perdas.
  • Chances de contaminação: são locais que lidam com riscos de contaminação do ambiente ou do produto, como estações de tratamento de água, hospitais, indústria alimentícia e farmacêutica.
  • Informações sigilosas de alto risco: a proteção dos dados é tão importante quanto a proteção física do local, por isso a presença de informações sigilosas ou essenciais para o funcionamento da empresa levanta o risco de ataques cibernéticos e torna o ambiente crítico.

 

Identificar esses pontos é o primeiro passo para criar um plano de segurança para um ambiente crítico. É importante reforçar que quanto maior a criticidade, maior o nível de detalhamento do plano, maior sua complexidade e maior o preparo dos profissionais envolvidos. Em certos casos, a criticidade específica de um setor por exigir certificados definidos por lei para a atuação dos profissionais.

Por isso, garantir a segurança de locais críticos exige preparo, conhecimento técnico e estrutura para fornecer o treinamento e a proteção adequadas para cada tipo de risco. Encontrar um fornecedor de confiança é essencial para o sucesso do plano e, posteriormente, da operação.

Na parte 2 desse artigo, descubra como identificar os riscos funcionais em ambientes críticos!

 


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