Acesso em hospitais: controle representa segurança

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Da entrada até a saída, o controle de acesso é indispensável para garantir a segurança das pessoas, o sigilo das informações e a integridade dos bens.

Pessoas que buscam auxílio hospitalar apresentam algum grau de fragilidade física e/ou psíquica. Além dos cuidados com sua saúde e acolhimento, elas esperam sentir-se seguras durante o atendimento ou estadia em um hospital. O mesmo acontece com acompanhantes, visitantes e profissionais que trabalham no local. Da entrada até o momento da saída, o controle de acesso é indispensável para garantir essa segurança.

Mais do que um anseio do paciente, essa proteção é obrigatória por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em duas de suas resoluções. Na RDC 63 (2011), que indica as boas práticas em serviços de saúde; e na RDC 36 (2013), que classifica como obrigatória a criação de um Núcleo de Segurança do Paciente (cap.II, seção I), responsável por garantir a promoção de um ambiente seguro (Art. 8º, inciso XVII) para os pacientes e demais públicos.

A ANVISA disponibiliza, ainda, o manual on-line “Segurança no ambiente hospitalar”, que traz normas, condutas e determinações legais sobre o tema.

Desafios para a segurança em hospitais

O alto fluxo de pessoas é apenas um dos aspectos que colocam os hospitais entre as organizações mais complexas em gestão de segurança. Para além disso, concentram diferentes categorias de profissionais, que cumprem serviços diversos (como hotelaria, alimentação e limpeza) em situações simultâneas ao atendimento médico.

Outra questão é o caráter de atendimento à população principalmente em hospitais públicos, muitos deles com portas abertas para livre circulação. A presença de fatores contaminantes, situações de emergência e alta circulação de fármacos agrava esse cenário. O controle de acesso, inclusive na circulação interna, garante a segurança das pessoas, o sigilo das informações e a integridade dos bens.

Sistema integrado para gestão e monitoramento

Um sistema eficiente de controle de acesso vai muito além da barreira física. A união entre tecnologia, operadores e equipamentos faz a diferença. Outro fator de eficiência é a criação de um sistema integrado aos já existentes, como o de agendamento de consulta e o de presença dos funcionários, por exemplo. Essa integração permite o cruzamento entre informações que facilitam a identificação de pacientes, funcionários e novos visitantes.

Esse tipo de sistema permite a gestão em uma estação interna, como também à distância:

  • Autorização do acesso de pessoas em diferentes graus de permissão;
  • Bloqueio remoto de pessoas não autorizadas;
  • Controle por meio de banco de dados atualizados e de fácil entendimento sobre o fluxo de pessoas;
  • Segurança, controle e gestão em tempo real do acesso de colaboradores;
  • Unificação de permissões dadas aos usuários em sistema de ponto;
  • Gestão e comunicação em tempo real com equipamentos de acesso.

Inovação constante

A tecnologia oferece cada vez mais recursos que cumprem com o monitoramento de acesso e gestão de presença. Isso abre uma gama de possibilidades para a elaboração de soluções integradas mais eficientes, embasadas em segurança e inovação.

  • Circulação sob controle
    Programação personalizada para limitar a circulação de colaboradores em situações eventuais, como em períodos de férias ou em caso de documentação irregular. O acesso limitado também pode ser programado para liberação apenas em horários preestabelecidos.
  • Identificação pelo celular
    Evita problemas com a perda de crachás, permite a liberação de pessoas por meio de identificação feita pelo próprio celular.
  • Equipamentos
    Portas, gates de vidro, catracas, bloqueios, biometria facial e digital – que pode ser também sem contato. As possibilidades em equipamentos são inúmeras. Podem ser definidas em uma avaliação profissional prévia, que irá determinar quais os recursos mais adequados às necessidades do local.
  • Alarmes perimetrais
    Seja com infravermelho ou de microondas, os sistemas de detectores de presença são discretos e muito eficientes para evitar a entrada de pessoas não autorizadas.
  • Controle o acesso a eventos
    Sistema que limita automaticamente o fluxo de pessoas em ambientes que não podem exceder um determinado número de visitantes por vez. Ideais para unidades controladas em hospitais, como pronto-socorro e UTIs.

Acreditação internacional

A questão da segurança hospitalar é tão relevante que está presente em dois dos principais manuais de acreditação internacional. O da Organização Nacional da Acreditação (ONA) e o da Joint Comission International (JCI). Além disso, algumas das mais importantes organizações brasileiras e internacionais do setor contam com grupos de estudos especializados no tema, como a Associação Brasileira de Profissionais de Segurança (Abseg), a Associação Brasileira dos Profissionais de Segurança Orgânica (ABSO), e a norte-americana International Association for Healthcare Safety and Security (IAHSS).

 

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