Os três pilares da segurança patrimonial: como garantir a operação

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O uso conjunto das soluções é a maneira mais eficiente de garantir a operação de segurança patrimonial. Conheça os três pontos centrais!

 

segurança patrimonial

 

Planejar e executar operações de segurança patrimonial são tarefas complexas e delicadas. É preciso levar em conta fatores e riscos diversos, variáveis de acordo com o porte, o segmento e o local onde cada empresa está. Porém, por mais que parte dos projetos seja personalizável, alguns pontos são pilares que sustentam operações de níveis e nichos variados.

Indispensáveis, esses três pontos chave garantem que a maior parte dos riscos estará coberta pela operação. Eles devem ser a base sob a qual os demais pontos se organizam, agindo como um guia tanto no planejamento quanto na execução. Confira a seguir quais são eles e o que deve ser levado em conta em cada etapa.

 

Segurança estrutural

O primeiro pilar da segurança patrimonial diz respeito à estrutura. Isso abrange as características físicas que já podem ajudar a tornar o lugar mais seguro. Ou seja: muros, portões, cercas, etc. Embora soe básico, uma boa estrutura física já reduz a quantidade de áreas expostas a riscos, diminuindo o investimento necessário em outros pontos. A segurança estrutural deve ser estudada com cuidado pela equipe durante o planejamento da operação. Dessa forma, os especialistas realizam uma análise capaz de identificar onde ela é eficiente e onde ela precisa ser reforçada pelos outros pilares.

 

Segurança eletrônica

Os equipamentos eletrônicos são outro dos pilares centrais de uma operação de segurança patrimonial. Aqui, entram todos os itens de tecnologia que podem tornar o ambiente mais seguro: câmeras, alarmes, sensores, controles de acesso, etc. Associados à estrutura, essas são ferramentas úteis para cobrir falhas de segurança ou mesmo para complementar a ação dos outros pilares. Cada vez mais avançados, os itens de segurança eletrônica têm se tornado mais autônomos e completos. Mesmo assim, uma operação de segurança não está completa apenas com estes mecanismos de vigilância.

 

Profissionais de segurança

O time de profissionais é a espinha dorsal da operação. Eles são responsáveis por gerir os sistemas de segurança e estruturas, bem como tomar as decisões e executar as ações relativas ao acionamento destes sistemas. Somente os vigilantes são capazes de diferenciar alarmes falsos de situações reais de risco. Eles também são aptos a usar a todo o potencial que a tecnologia oferece, utilizando a segurança eletrônica como guia para executar os procedimentos previstos.

Sozinhos, muros e câmeras não são capazes de coibir atos criminosos, por isso é  fundamental contar com um profissional que saberá o que fazer quando um alarme disparar ou alguém invadir o perímetro.

Finalmente, é importante sempre preparar um manual de procedimentos e estruturar um plano de contingência para que toda a equipe saiba como agir em todas as circunstâncias, garantindo assim a plena segurança da operação.

 

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