Qual o papel do vigilante em situações de emergência?

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Parte fundamental da operação de segurança, o vigilante pode fazer a diferença em situações de emergência, mas é preciso entender qual deve ser sua atuação. Confira!

 

vigilante em situações de emergência

 

Os profissionais de segurança lidam diariamente com muitos riscos. É preciso que cada vigilante da equipe esteja sempre preparado para agir em prol da prevenção de ocorrências e da proteção das pessoas e do patrimônio. Ele deve estar ciente de todos os protocolos e planos de ação, alerta para identificar ameaças e disparo de alarmes. Com as situações de pânico, acidentes e emergências não é diferente. Mas a atuação do vigilante nesses casos acontece por meio de uma divisão de responsabilidades com outros profissionais.

Ambientes com grande circulação de pessoas, edifícios comerciais, fábricas… Em cada local, existem possibilidades e riscos diferentes. Diante de situações que exigem ações de emergência, como incêndios, problemas de saúde ou necessidade de evacuar o prédio, o vigilante cumpre um papel importante, mas não deve assumir sozinho a tarefa. Veja a seguir qual o seu papel em três situações distintas.

 

Incêndios

Em caso de incêndios em edifícios, o vigilante deve estar treinado para identificar o alarme e responder a ele. É sua responsabilidade acionar a brigada de incêndio do prédio e/ou os bombeiros, ou ao menos checar se eles estão cientes da situação. O profissional deve conhecer com clareza o procedimento de evacuação do prédio, sendo capaz tanto de se retirar do local de risco quanto de orientar as demais pessoas em uma saída controlada e segura.

 

Evacuação do local

Situações de emergência que exijam a evacuação do ambiente podem ocorrer por diversos fatores. Tremores, vazamentos de gás ou mesmo tumultos podem gerar a necessidade de retirar as pessoas do local. Nesse caso, o papel do vigilante é o de guiar e orientar a saída. Ele deve conhecer todas as rotas de fuga disponíveis, além de estar ciente dos procedimentos de segurança, como o bloqueio de elevadores. A presença de um profissional calmo e consciente orientando os demais presentes pode ser a diferença entre uma evacuação tranquila e um tumulto ainda maior. Por isso, o treinamento constante é indispensável.

 

Emergências médicas

Em locais com circulação constante de pessoas, como shoppings, clubes e estações de transporte, podem ocorrer situações de emergência por questões de saúde. Em caso de identificação de infarto, mal súbito, desmaios ou outros problemas, o vigilante deve ser capaz de identificar a gravidade da situação e articular o socorro necessário. Embora esse profissional esteja treinado para oferecer os primeiros socorros, ele não é responsável pelo atendimento. Seu papel aqui é prestar o socorro inicial, retirar a pessoa enferma de locais de circulação (tanto por questões de segurança quanto por privacidade) e acionar as equipes capazes de atendê-lo. Esse acionamento pode ser tanto da equipe interna de atendimento médico quanto do serviço de ambulâncias da cidade, de acordo com a gravidade da situação. Porém, o vigilante não tem treinamento adequado para atender sozinho a ocorrência: sua responsabilidade é a reação rápida e o encaminhamento para as equipes competentes.

 

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