Segurança privada: proteja e fortaleça sua empresa

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Entenda por que a segurança é um pilar indispensável para o bom funcionamento de empresas e organizações.

Em qualquer empresa, a segurança envolve uma série de medidas que garantem a proteção para as pessoas e também para os bens, sejam eles físicos (como equipamentos) ou digitais (arquivos e informações). Para estabelecer um plano de segurança eficiente, é preciso uma avaliação de todos os riscos a que um espaço coletivo pode estar sujeito, analisados por profissionais preparados para reconhecê-los. Entre os riscos, podemos citar:

  • Assaltos;
  • Incêndios;
  • Furtos internos e externos;
  • Atos de concorrência desleal e espionagem;
  • Violação de sistemas automatizados;
  • Sabotagens e paralisações intencionais de processos;
  • Epidemias e contaminações coletivas;
  • Uso de álcool e drogas no local de trabalho;
  • Sequestros de dirigentes (ou de seus familiares);
  • Acidentes, explosões e desabamentos.

A partir desse panorama inicial, fica mais simples compreender como o planejamento da segurança de uma empresa deve integrar diversos recursos – tanto humanos, quanto tecnológicos – para que seja realmente eficiente e represente um fortalecimento para os negócios.

Análise de risco e planejamento

A análise de risco é a primeira etapa do trabalho de uma empresa profissional de segurança privada. E, claro, os riscos podem ser diferentes de um ambiente para outro. Essas variações, muitas vezes, só são percebidas por profissionais treinados para detectá-las. E é essa avaliação minuciosa que torna possível estabelecer quais os melhores recursos e métodos que, de forma integrada, serão capazes de mitigar e prevenir os danos a que a empresa está exposta.

É a partir dessa análise que se dá o planejamento e ele representará não apenas o que a empresa precisa, mas também o que os profissionais de segurança têm a oferecer. Desta forma, é importante procurar empresas de segurança preparadas e que disponham de recursos completos para propor um plano integral, que associe as ferramentas necessárias para a segurança efetiva da empresa, sem deixar brechas por não fornecer o serviço.

O contrato pode ser feito com mais de um empresa, nos casos da empresa não fornecer determinado tipo de serviço, mas é preciso frisar que o trabalho realizado de forma integrada por um único fornecedor que atenda a todas as demandas traz unidade e um alinhamento mais preciso para as ações de segurança, além de proporcionar um monitoramento mais ágil, ao centralizar todas as informações em um sistema único e integrado.

Segurança Patrimonial

Para planejar e executar operações de segurança patrimonial é preciso levar em conta fatores e riscos diversos, variáveis de acordo com o porte, o segmento e o local onde cada empresa está. Mesmo que existam variáveis, que permitem uma personalização do projeto, há pontos que são comuns e devem ser considerados em todos os casos, pois garantem que a maior parte dos riscos estará coberta pela operação. São eles:

  • Equipe de vigilantes:  Profissionais treinados adequadamente para a função. As equipes podem ser constituídas por agentes de escolta armada e patrulha motorizada, dependendo da extensão e complexidade do local. Certifique-se de que a empresa segue todas as normas previstas por lei antes da contratação, com as devidas licenças para porte de arma regularizadas, por exemplo. Os agentes devem seguir ainda um código de comportamento adequado: apresentação pessoal discreta, consistência no atendimento, ética e respostas eficientes para crises.
  • Sistemas eletrônicos de monitoramento: Os equipamentos eletrônicos são fundamentais para uma operação de segurança patrimonial. Entram todos os itens de tecnologia que podem tornar o ambiente mais seguro: câmeras, alarmes, sensores, controles de acesso, etc. São ferramentas úteis para cobrir falhas de segurança ou mesmo para complementar a ação. 

Cada vez mais avançados, os itens de segurança eletrônica têm se tornado mais autônomos e completos. Mesmo assim, uma operação de segurança não está completa apenas com estes mecanismos de vigilância: a tecnologia deve ser usada como uma forma de extensão dos sentidos do vigilante. 

O circuito interno de câmeras pode aumentar a visão de um vigia, identificar rostos e detectar movimento. Mas é preciso que o profissional esteja acompanhando os monitores e tenha capacidade de interferir caso necessário.

Agentes e equipamentos

É importante ressaltar que o time de profissionais é a espinha dorsal da operação. Eles são responsáveis por gerir os sistemas de segurança e estruturas, bem como tomar as decisões e executar as ações relativas ao acionamento destes sistemas.

Somente os vigilantes são capazes de diferenciar alarmes falsos de situações reais de risco. Eles também são aptos a usar todo o potencial que a tecnologia oferece, utilizando a segurança eletrônica como guia para executar os procedimentos previstos. 

Sozinhos, muros e câmeras não são capazes de coibir atos criminosos, por isso é  fundamental contar com um profissional que saberá o que fazer quando um alarme disparar ou alguém invadir o território.

Proteção executiva

A proteção executiva é realizada por agentes com especializações que vão desde o planejamento de segurança até o vigilante patrimonial e o de segurança pessoal, cada função tem suas próprias características. 

A atuação conjunta dessa áreas é o que torna a operação bem sucedida. A proteção executiva privada é indicada para executivos, autoridades, artistas, entre outros, que precisam do acompanhamento de agentes pessoais ao longo do dia ou durante eventos específicos.

Sistemas integrados com central de monitoramento unificado

A tecnologia avança rapidamente e com ela surgem novas opções para sistemas de segurança privada cada vez mais eficientes. Novas tecnologias permitem a criação de sistemas automatizados e unificados, o que facilita o processo e a gestão, além de garantir maior proteção e segurança.

Para os que trabalham com segurança e acompanham as tendências, a integração tem sido uma realidade e é um caminho sem volta. Tanto que o mercado de segurança eletrônica encontra-se em ampla expansão.

Além de tornar os ambientes mais seguros pelo monitoramento constante, a presença de um sistema integrado contribui na visualização de métricas que podem ajudar até mesmo na gestão dos negócios.

Um exemplo é o controle de acesso em hospitais, que permite identificar os horários de maior fluxo de pessoas contribuindo para uma organização mais precisa do horário de trabalho das equipes em atendimento, inclusive a de limpeza, com mais profissionais disponíveis no horário de circulação mais intensa de pessoas. Como podemos ver, os trabalhos de segurança contribuem para um planejamento mais eficiente de outras áreas, incluindo a de facilities.

Proteção contribui para a segurança dos negócios

Os aspectos apresentados demonstram como a segurança é um pilar indispensável para o bom funcionamento de empresas e organizações. É ela que garante a proteção das pessoas, do espaço e dos bens, considerando a análise e planejamento adequados para a escolha certa dos recursos e profissionais que devem integrar e executar as ações. 

São muitas as vantagens para uma empresa que considera a segurança entre suas prioridades:

  • Maior eficiência nos processos.
  • Proteção efetiva das pessoas, garantindo a integridade de colaboradores e visitantes.
  • Proteção estrutural e dos bens, mitigando riscos de violação do espaço e de dados.
  • Acesso a relatórios e métricas que contribuem para a gestão das operações também em outras áreas, como facilities.
  • Aumento da produtividade e diminuição de custos, quando os serviços de segurança são bem planejados.
  • Controle total e unificado, o que contribui para maior assertividade na tomada de decisões e diminuição efetiva de riscos.

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