Soluções integradas de segurança: como funciona a implantação?

Posted by
LinkedIn
Facebook
Facebook
Twitter
Google+
https://blog.g4s.com.br/solucoes-integradas-de-seguranca/

O processo de definir e implementar soluções integradas de segurança passa por pelo menos três fases e exige cuidados

 

Soluções integradas de segurança - Processo de implantação

 

Hoje, as soluções integradas são as mais completas, unindo mão-de-obra, tecnologia e inteligência com um único propósito: garantir a segurança. Encontrar a solução ideal passa por algumas etapas e exige a dedicação e conhecimento técnico por parte dos responsáveis.  

Como o processo de implantação é complexo e detalhado, ele deve ser faseado e seguir um cronograma realista. Desde o reconhecimento das necessidades até a conscientização do usuário final, todo o período de implantação é relevante e deve ser respeitado, adaptando-o a cada necessidade.  

Veja a seguir as três fases principais do processo e o que você pode esperar em cada uma delas.

 

Primeira fase: levantamento de riscos, definição de investimentos e cronograma

 

Nessa primeira etapa, é preciso realizar um levantamento das necessidades e riscos a serem evitados. Cada projeto tem características específicas que devem ser levadas em conta: além da análise das fragilidades físicas do local, também é o momento de analisar o histórico de ocorrências para compreender as possibilidades ou, ainda, os riscos potenciais que no caso de se concretizarem podem trazer desgastes ao negócio.

Durante o levantamento de riscos, é necessário classificá-los de acordo com seu grau de criticidade, sua probabilidade de ocorrência, o nível de impacto que pode causar. Para isso, é preciso cruzar os dados de riscos mais prováveis vs. riscos com maior valor agregado. Quanto maior o valor agregado (seja ele físico – como jóias e eletrônicos – ou intelectual – como informações sigilosas e estratégicas), maior a necessidade de intervir imediatamente com uma solução de segurança.

Com os riscos ranqueados, é possível compreender qual o orçamento necessário e de que forma ele será dividido. Uma sugestão possível é investir o principal valor na área de maior risco e diluir o restante do investimento nas outras criticidades, da mais alta para a mais baixa. O mesmo vale para o cronograma: maiores riscos devem ser abordados primeiro, com prazos mais longos para a abordagem dos menores.

 

Segunda fase: aquisição de equipamentos, confecção de inteligência e treinamento de equipes  

 

Após a aquisição e instalação dos equipamentos necessários, é hora de definir as estratégias de inteligência e elaborar os processos a serem seguidos. Considerando a tecnologia disponível e as necessidades do projeto, as equipes de inteligência da empresa responsável passam a desenvolver os procedimentos a cada situação.

Nessa fase, deve-se definir quais os processos fixos a serem executados – datas de back up de arquivos e imagens, horários de rondas, checagem de áreas de menor movimento, etc. Também é essencial levar em conta, aqui, os procedimentos no caso de ocorrências: “quem deve ser acionado em caso de disparo de alarme?” e “o que deve acontecer se um funcionário acionar um botão de pânico?”, por exemplo, são bons pontos de partida para a estruturação dos processos.

O treinamento dos profissionais envolvidos no projeto, desde os responsáveis pela central de monitoramento remoto até os agentes alocados, deve considerar todos esses processos. Eles precisam estar cientes de suas responsabilidades e do passo a passo de cada procedimento, preparados para responder às necessidades de pronta-resposta.

 

Terceira fase: organização e ambientação dos usuários

 

Com os processos estabelecidos e toda a equipe treinada e apta para as funções, a implantação das soluções integradas chega à sua terceira fase. Aqui, devem ser organizados o ambiente físico do local protegido (com a inclusão de barreiras físicas e sinalização para evitar a circulação em certos pontos, por exemplo).

Outro ponto essencial dessa fase é a ambientação dos usuários. Em locais como edifícios corporativos, pode ser uma boa ideia informar aos profissionais que a partir de determinada data será necessário utilizar o crachá em algumas dependências do local. Ou orientar sobre os horários de ronda, para não surpreender ou assustar os usuários. A implantação da segurança também exige a colaboração e a adaptação das pessoas que circulam no local no dia a dia.

 

Ajustes, análises e supervisão

 

Ao longo de toda o projeto, tanto durante a implantação das soluções integradas quanto depois dela, é indispensável considerar ajustes continuados. A partir da análise dos dados e das ocorrências e de insights dos supervisores durante rondas programadas, é possível identificar pontos que podem ser melhorados e aperfeiçoar a cada dia os processos em curso.

 


Leia também:

Análise de riscos é a base para plano de segurança bem elaborado

VSPP: Como planejar uma operação de segurança pessoal privada

Siga a G4S Brasil no Linkedin!    


Baixe gratuitamente o e-book “Proteção Executiva: o que você precisa saber antes de contratar”! Saiba mais sobre soluções integradas para segurança pessoal privada!

* Esses campos são obrigatórios.