A tecnologia não substitui o profissional de segurança

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Profissionais qualificados são fundamentais para um sistema de segurança

 

substituição pela tecnologia

 

Tecnologias estão cada dia mais presentes na proteção de empresas e residências. Câmeras e sensores estão por toda parte, enquanto softwares de inteligência artificial vêm ganhando espaço.

Equipamentos assim têm diversas vantagens sobre a mão de obra: eles não são influenciáveis, não se cansam e podem ser facilmente trocados e instalados. Nessas condições, por que investir em profissionais de segurança?

A resposta está no discernimento e capacidade de ação que o vigilante possui. Quando bem treinado, o profissional é capaz de entender e agir em situações que nem todas tecnologias permitem.

 

O discernimento do profissional qualificado

O vigilante identifica situações que câmeras, sensores e softwares não são capazes de discernir. Sistemas não conseguem avaliar se a pessoa está nervosa, embriagada ou precisando de ajuda, por exemplo. Um porteiro pode facilmente perceber se algo está errado e tomar as providências necessárias.

Mesmo em sistemas de liberação por senha, biometria ou acesso remoto, é possível entrar com outras pessoas ou equipamentos estranhos ao local, algo que o vigilante pode impedir.

Para um profissional de segurança ter o discernimento necessário em situações de risco é fundamental que ele esteja treinado para a função. Um profissional pouco preparado não saberá avaliar cada situação e tomar a decisão correta. 

 

Capacidade de intervenção

Equipamentos tecnológicos não são ostensivos por si só – invasores não têm medo do aparelho, mas do que os profissionais de segurança podem fazer a partir deles. Por isso, a presença de equipamentos sem vigilantes é pouco efetiva para proteção.

Grande parte dos equipamentos têm função de alertar pessoas para possíveis transgressões, como circuitos de câmeras, alarmes e sensores. Aqueles que permitem algum tipo de ação, como portarias automáticas e cancelas, possuem ação limitada – não é difícil passar em condições duvidosas ou com mais pessoas do que o permitido.

O profissional, por outro lado, pode intervir de diversas formas. A presença de um vigilante já é um fator ostensivo contra infrações. O vigia, no caso da portaria, pode pedir mais informações sobre a pessoa, reter algum objeto perigoso ou pedir para ela esperar até que a entrada seja permitida.

O uso exclusivo de equipamentos de vigilância é recomendado em espaços que não necessitam de um grande discernimento ou intervenção. Normalmente são locais com baixo risco e pouca circulação de pessoas.

 

A tecnologia como extensão dos sentidos do vigilante

A tecnologia deve ser usada como uma forma de extensão dos sentidos do vigilante. O circuito interno de câmeras pode aumentar a visão de um vigia, identificar rostos, detectar movimento etc., mas é preciso que o profissional esteja acompanhando os monitores e tenha capacidade de interferir caso necessário.

Por essa integração com tecnologia, o perfil do profissional de segurança tem se transformado ao longo do tempo – hoje o vigilante precisa estar familiarizado com softwares, relatórios e ferramentas de comunicação. O curso básico de vigilante não fornece treinamento sobre tecnologia, cabe a empresa fornecer treinamento específico para aquela função e buscar profissionais que tenham familiaridade com o tipo de equipamento utilizado.

A tecnologia é fundamental para a segurança, mas mesmo com o desenvolvimento de soluções cada vez mais eficientes e automatizadas, o uso de profissionais de segurança é indispensável. Para o vigilante, cabe estar sempre atualizado e atento para as novidades do mercado.

 

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